Vigilância Epidemiológica monitora casos de diarreia em Santa Catarina

Durante a temporada de verão é comum o aumento do número de casos de diarreia devido a diversos fatores: crescimento da população sazonal, com a chegada de turistas; consumo de alimentos contaminados em razão do manuseio ou conservação inadequados; banhos em áreas impróprias; e alergias alimentares. O calor acelera a proliferação de microorganismos nos alimentos. Por isso, é fundamental o cuidado com a higiene na manipulação e no preparo dos alimentos, além de mantê-los devidamente refrigerados até o momento do consumo.

Em razão do registro de ocorrências atípicas na região Norte da Ilha de Santa Catarina, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) está acompanhando e participando da investigação realizada pela Vigilância Epidemiológica da Capital para a identificação das causas. Da mesma forma, a Dive/SC está monitorando a ocorrência de casos em outros municípios, especialmente os do Litoral.

Em 2015, foram notificados 133.437 casos de diarreia em Santa Catarina. Nos meses de calor, as ocorrências aumentam até 100%. Em janeiro do ano passado, por exemplo, foram registrados 16.187 casos. Em agosto, 7.449 casos.

A doença diarreica aguda é uma síndrome causada por diferentes agentes etiológicos (bactérias, vírus e parasitos), cuja manifestação predominante é o aumento do número de evacuações, com fezes aquosas ou de pouca consistência. Em alguns casos, há presença de muco e sangue. Podem ser acompanhadas de náusea, vômito, febre e dor abdominal. No geral, é autolimitada, com duração de dois a 14 dias. As formas variam desde leves até graves, com desidratação e distúrbios eletrolíticos, principalmente quando associadas à desnutrição.

Fonte: SECOM

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