“TURISMAR” É PRECISO… O QUE FAZER?

No ultimo artigo, falei sobre a importância do turismo para as regiões. Agora, é hora de analisar ações que possam ajudar a incrementar o turismo , visto que , esta atividade bem utilizada pelo poder público e apoiada pela população é uma forma de alavancar centenas de negócios .
Se pensarmos bem , a atividade turística se destaca em algumas cidades, regiões ou paises de formas bem diferentes. Alguns lugares são previlegiados por Deus, sua geografia é abençoada, falo de locais com cachoeiras, como Foz do Iguaçu, no Paraná, cavernas como Botuverá, em Santa Catarina, praias belísimas como Florianópolis, Rio de Janeiro e Recife, vida marinha e belezas naturais como Fernando de Noronha e Bonito(MS). A Baia da Guanabara no Rio é um dos cartões de visita do país. Cidades históricas como Porto Seguro(BA), Petrópolis(RJ), Ouro Preto, Tiradentes, São João del Rei e Mariana (MG) e assim por diante. Até porque falar em natureza em um país continental como o Brasil é brincadeira já o nosso país é recheado de belezas.
Podemos ainda lembrar de todos os tipos de países ou regiões no mundo que são conhecidas por suas belezas naturais como o Grand Canyon (EUA), as cataratas de Vitória, no Zimbabue, o Monte Everest, no Nepal e China, a barreira dos corais na Austráia ,isto apenas pra começar, visto que conhecer o mundo é um cartão postal e fruto do desejo de visita de qualquer pessoa.
O que quero enfatizar é que muitos lugares quase não precisam de divulgação . Nasceram para serem visitados eternamente por milhares de pessoas apenas para o próprio vislumbre. Caravanas de turistas querem conhecer os lugares belos, diferentes e maravilhosos que a natureza esculpiu.
Cidades assim são previlegiadas e vivem do turismo, crescem gerando emprego e renda ao seu estado e país.
Outras regiões não são muito contempladas pela natureza e através de ações de lideres politicos ou não, erguem monumentos que vendem a cidade. É uma excelente forma de alavancar turismo. Pirâides do Egito, Estátua da Liberdade, Cristo Redentor, Cristo Luz de Balneário Camboriú, Torre de Pisa, Torre Eifel ,Acrópole em Atenas, Taj Mahal, Muralha da China, Capela Sistina, Santuário Madre Paulina , Catedral de Aparecida e assim ficaríamos aqui o dia todo citando monumentos feitos pelo homem e que representam milhares e milhares de visitantes atraidos pela curiosidade de conhecer obras , não da natureza , mas feitas pela mão humana.
Resta falar sobre regiões e cidades que se vendem por festas ou acontecimentos ligados a sua própria cultura ou história . Festas alemãs como a Oktoberfest e italiana como a Festitália. Tem muita maçã, pêra ou cebola na cidade, festa da maçã, da pêra ou da cebola como em Ituporanga (SC) por exemplo. Tem cultura do Samba, faz carnaval no Rio. Tem tradição de peão, faz a festa do peão Boiadeiro, como em Barretos (SP) e assim vai. Cada local buscando a sua forma de se divulgar e alavancar a economia.
Afinal das contas , se pensarmos bem , é pra isto que existem monumentos, belezas naturais e festas. Alavancar o turismo nas cidades, gerar dividendos a todos os habitantes, melhorar o nível de vida, os investimentos em saúde, educação, mobilidade urbana.
Turismo gera dinheiro e dinheiro bem aproveitado pelos governantes gera realizações para as cidades e para as pessoas. Turismo é saude, educação, cultura e tudo mais de melhor para o desenvolvimento das cidades.
Pra encerrar e deixar um pouco do que vou escrever na próxima semana , fica a pergunta .
E as regiões , cidades , locais que não tem em abundância, belezas naturais , monumentos ou festas e acontecimentos impulsionadores do turismo, fazem o que?
A resposta vem na próxima coluna.
Um abraço,
Julio Cesar de Oliveira

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